As lâmpadas LED Philips E27 combinam o casquilho de rosca mais comum com diferentes potências e temperaturas de cor para iluminação doméstica e profissional.
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Sobre Lâmpadas LED Philips E27
As lâmpadas LED com rosca E27 permitem substituir numerosas lâmpadas incandescentes, de halogéneo e de baixo consumo sem modificar o portalâmpadas. Para obter um resultado adequado, não basta verificar o casquilho: também é importante considerar os lúmens, a temperatura de cor, entre outros parâmetros.
As lâmpadas LED Philips E27 fazem parte da gama de lâmpadas LED Philips concebida para responder a diferentes necessidades de iluminação geral, ambiente e decorativa. A sua principal característica é a utilização do casquilho E27, uma rosca com 27 mm de diâmetro amplamente utilizada em candeeiros de teto, plafons, entre outros.
Este formato permite encontrar soluções com diferentes níveis de fluxo luminoso, desde lâmpadas destinadas à iluminação ambiente até opções capazes de proporcionar uma elevada quantidade de luz em espaços amplos. Ao selecionar uma lâmpada, é aconselhável comparar o seu desempenho em lúmens e não utilizar os watts como única referência, uma vez que, na tecnologia LED, a potência indica principalmente o consumo elétrico.
O casquilho E27 tornou-se um dos formatos mais comuns devido à sua simplicidade de instalação e à variedade de designs que podem utilizar esta ligação. No entanto, o facto de partilharem o mesmo casquilho não significa que todas as lâmpadas sejam intercambiáveis em qualquer luminária.
A designação E27 refere-se a um casquilho de rosca Edison com aproximadamente 27 mm de diâmetro. A lâmpada fixa-se ao portalâmpadas através de rotação e estabelece o contacto elétrico quando fica corretamente enroscada.
Nas instalações domésticas europeias, é comum encontrar lâmpadas E27 concebidas para funcionar diretamente com a tensão de rede, pelo que, em condições normais, não necessitam de um transformador externo. Isto simplifica a substituição de lâmpadas antigas, desde que o portalâmpadas, a tensão e as dimensões sejam compatíveis.
A rosca E27 pode ser encontrada em lâmpadas com formas muito diferentes. Por este motivo, identificar corretamente o casquilho resolve apenas uma parte da escolha.
A forma mais simples de a identificar é verificar a referência impressa na própria lâmpada. Quando aparece a indicação E27, o número corresponde ao diâmetro aproximado da rosca em milímetros.
Também pode ser reconhecida visualmente por ser consideravelmente mais larga do que uma E14. Se a referência estiver apagada, é possível medir o diâmetro exterior da base roscada. Uma medida próxima dos 27 mm permite identificar o formato com bastante precisão.
Antes de manusear uma lâmpada, é aconselhável desligar a alimentação elétrica e esperar que arrefeça caso tenha estado ligada recentemente.
O casquilho E27 admite diferentes geometrias e tamanhos. Escolher a forma adequada influencia tanto a estética da luminária como a distribuição da luz e o espaço disponível no interior de um abat-jour ou difusor.
O formato standard apresenta a silhueta clássica de uma lâmpada convencional e é normalmente utilizado para iluminação geral. A sua distribuição luminosa é adequada para candeeiros de teto, de pé ou de mesa, quando se pretende iluminar uma zona de forma relativamente uniforme.
Estas lâmpadas podem oferecer desde fluxos luminosos moderados até valores superiores a 1500 lúmens, consoante o modelo. Antes de as instalar em luminárias fechadas, é aconselhável verificar o tamanho e as condições de ventilação indicadas para evitar uma acumulação excessiva de temperatura.
As lâmpadas globo têm um diâmetro maior e uma superfície luminosa mais visível. São frequentes em candeeiros abertos, suspensos e luminárias decorativas em que a própria lâmpada faz parte do design.
O seu maior volume obriga a verificar o espaço físico disponível. Uma lâmpada pode utilizar rosca E27 e, ainda assim, não caber corretamente num difusor estreito ou ficar demasiado próxima de outros elementos da luminária.
Entre os formatos decorativos encontram-se designs com vidro transparente, acabamento âmbar ou filamentos LED visíveis. São utilizados principalmente quando a fonte de luz fica exposta e se pretende integrar a lâmpada na estética geral do espaço.
Nestes casos, é importante não escolher apenas pela aparência. Os lúmens, a temperatura de cor e a distribuição da luz continuam a ser determinantes para obter o nível de iluminação necessário.
A escolha correta deve ser feita combinando vários parâmetros. Manter o mesmo casquilho garante a ligação mecânica, mas não assegura que a nova lâmpada proporcione a mesma quantidade ou qualidade de luz que a anterior.
A potência elétrica é expressa em watts e representa o consumo da lâmpada. O fluxo luminoso é medido em lúmens e quantifica a quantidade total de luz emitida.
Duas lâmpadas LED com a mesma potência podem produzir diferentes quantidades de lúmens se a sua eficiência for diferente. Por esta razão, para comparar níveis de iluminação, é mais útil considerar o fluxo luminoso.
As equivalências permitem obter uma primeira referência ao substituir tecnologias antigas. Uma lâmpada incandescente de 40 W situa-se normalmente em torno dos 470 lúmens, enquanto uma de 60 W ronda os 800 lúmens e uma de 75 W pode aproximar-se dos 1050 lúmens.
Estes valores servem como referência, mas em luminárias com refletores também deve ser considerada a forma como a luz é distribuída. Uma lâmpada com o mesmo fluxo luminoso total pode produzir uma sensação diferente se concentrar ou dispersar o feixe de outra forma.
A temperatura de cor é expressa em kelvin. Uma lâmpada de aproximadamente 2700 K oferece uma luz quente semelhante à das antigas lâmpadas incandescentes. Os 4000 K correspondem a uma luz neutra, enquanto valores próximos dos 6000 ou 6500 K produzem uma tonalidade mais fria.
Para salas de estar, quartos ou zonas de descanso, são normalmente utilizados tons quentes. Em cozinhas, zonas de trabalho e determinados espaços comerciais, uma luz neutra pode ser mais adequada.
Embora duas lâmpadas utilizem E27, podem diferir significativamente em altura e diâmetro. Isto é especialmente importante em candeeiros com abat-jours estreitos ou em luminárias onde a lâmpada fica muito próxima de um difusor.
Antes de comprar uma lâmpada de substituição, é aconselhável medir o espaço disponível e comparar as dimensões com as da lâmpada existente. Nos formatos globo ou decorativos, alguns centímetros podem determinar se a instalação é viável.
A quantidade de luz necessária depende do tamanho do espaço, da função da luminária e do número de pontos de luz instalados. Para tomar uma decisão adequada, é conveniente relacionar os lúmens de cada lâmpada com a iluminância pretendida, que é expressa em lux.
Um lux equivale a um lúmen distribuído por um metro quadrado. É importante ter em conta que, em muitas instalações, é preferível distribuir o fluxo luminoso por vários pontos para reduzir sombras e obter uma iluminação mais uniforme.
O formato E27 utilizado nestas lâmpadas é o mesmo padrão mecânico utilizado por qualquer lâmpada LED E27 compatível. A diferença em relação a outros casquilhos de rosca encontra-se principalmente no diâmetro da base e, consequentemente, no tipo de portalâmpadas com o qual pode ser utilizado.
E27 e E14 utilizam o mesmo princípio de ligação por rosca, mas não são diretamente intercambiáveis. A E27 mede aproximadamente 27 mm de diâmetro, enquanto a E14 tem cerca de 14 mm.
As E14 são normalmente instaladas em luminárias compactas, lâmpadas em formato de vela, pequenos apliques, entre outros. As E27 permitem utilizar lâmpadas de maiores dimensões e aparecem frequentemente em luminárias destinadas a proporcionar iluminação geral.
A escolha não deve ser feita com base na potência ou na estética, mas sim no portalâmpadas instalado. Se uma luminária incorporar uma base E27, deve ser utilizada uma lâmpada E27, exceto se for utilizado um adaptador adequado, algo que nem sempre é recomendável devido ao espaço disponível ou às condições térmicas.
Em luminárias novas, o tamanho também pode influenciar a escolha. A E14 é útil quando é necessária uma fonte de luz compacta, enquanto a E27 permite aceder a uma maior variedade de formatos, níveis de fluxo luminoso e designs.
A substituição costuma ser simples se ambas as lâmpadas utilizarem a mesma rosca E27 e a instalação funcionar com uma tensão compatível. Antes de efetuar a substituição, deve desligar-se a luminária e verificar se a lâmpada anterior já não apresenta uma temperatura elevada.
Depois, é aconselhável identificar quantos lúmens fornecia ou qual a potência da lâmpada tradicional que se pretende substituir. Também devem ser verificados o tamanho, a temperatura de cor e a regulação. Se a luminária tiver um dimmer, a nova lâmpada deve ser regulável. Em modelos fechados, é recomendável confirmar se a lâmpada pode funcionar nesse tipo de instalação, uma vez que a dissipação térmica influencia diretamente a vida útil dos componentes eletrónicos.
A potência não deve ser escolhida tentando igualar os watts de uma lâmpada incandescente. É aconselhável utilizar os lúmens como referência. Aproximadamente 470 lúmens correspondem ao nível de luz típico de uma lâmpada incandescente de 40 W, 800 lúmens ao de uma de 60 W e cerca de 1050 lúmens ao de uma de 75 W.
Não. E27 identifica apenas o tipo e o diâmetro aproximado do casquilho. A parte de vidro ou plástico pode apresentar formas standard, globo, tubular ou decorativa, com alturas e diâmetros muito diferentes. Por esta razão, uma lâmpada E27 pode ser eletricamente compatível com uma luminária e, ainda assim, não caber fisicamente no interior do seu abat-jour ou difusor.
A principal diferença encontra-se no diâmetro da rosca. E27 utiliza uma base com cerca de 27 mm e E14 uma de aproximadamente 14 mm. Cada uma necessita do respetivo portalâmpadas. A E14 é normalmente utilizada em luminárias mais compactas, enquanto a E27 é frequente em lâmpadas destinadas à iluminação geral e admite uma gama muito ampla de formatos e fluxos luminosos.
Deve verificar-se a informação técnica da lâmpada e procurar a indicação específica de que admite regulação. Utilizar uma LED não regulável com um dimmer pode provocar cintilações, funcionamento irregular ou impedir que a lâmpada alcance o nível de luz esperado. Também é necessário que o regulador seja compatível com tecnologia LED e que o seu intervalo mínimo de carga seja adequado à potência total das lâmpadas ligadas.